terça-feira, 29 de março de 2011
Uma década de avanços na medicina privada em Rondônia
Nos últimos dez anos o estado de Rondônia foi beneficiado com um salto na área da medicina privada. Esse avanço pode ser observado na melhoria de alguns fatores como as estruturas hospitalares, medicina diagnóstica, especialistas nas diversas áreas, tecnologia e procedimentos de ponta. Cidades como Rolim de Moura, e Cacoal ganharam novas estruturas de medicina diagnóstica, médicos e especialidades diversas. Todo este conjunto facilita a vida da população.
O médico e fundador do Hospital Bom Jesus, Volmir Rodegheri, conta que este avanço deve-se a vários fatores que influenciam diretamente no setor. A começar pelo próprio desenvolvimento econômico, da confiabilidade e agilidade de pessoas no atendimento particular. Outro fator importante, segundo ele, é que os custos financeiros a população dos procedimentos da rede particular também veio se adequando a realidade de hoje, ampliando constante e gradativamente as acessibilidades a estes atendimentos.
Der acordo com Volmir Rodegheri, o setor de saúde privada em Rolim de Moura dispõe de praticamente todas as especialidades médicas, do clínico geral ao cirurgião plástico, pronto socorro, centro cirúrgico com estrutura para realização de cirurgias de até média complexidade. Rodegheri cita um dos procedimentos mais avançados da medicina no combate a obesidade: o implante de balão, realizado por ele no Hospital Bom Jesus.
Um salto em tecnologia e procedimentos de ponta, estruturas e especialistas elencam os avanços deste setor que se consolida gradativamente a cada ano
No campo da neurologia, um dos maiores e mais comuns dos males da saúde, a dor de cabeça, pode ser tratada por especialista em Rolim de Mora. Em uma confortável e aconchegante casa para receber os pacientes, bem no centro da cidade, atende um dos especialistas mais raros da medicina, o neurologista Dr. José Rosa, membro da sociedade brasileira de cefaléia. Ele mantém uma clínica especializada no tratamento da dor de cabeça, a primeira do estado de Rondônia específica nesta área. No estabelecimento a pessoa encontra desde a prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças do sistema nervoso, inclusive o mau de Parkinson, além de disponibilizar exames de eletroencefalografia e mapeamento cerebral computadorizado. Serviços que até a poucos anos atrás as pessoas precisavam se deslocar para os centros urbanos, demandando tempo e dinheiro que muitas vezes não dispunham. “Considero que abrir caminhos e enfrentar os desafios dos lugares novos é para o médico não apenas uma satisfação pessoal e profissional, como, também, a sensação de ampliar o acesso aos recursos medicinais às pessoas que estão distantes dos centros urbanos.
Toda esta evolução e consolidação do setor vêm acompanhadas dos procedimentos de ponta da medicina, compreendida a coragem experiência de profissionais que desbravaram o estado. O médico Arthur Freire de Barros é exemplo desta primeira situação. Chegou à cidade de Cacoal em 1985, quando ainda a energia era a motor gerador e não rede de saúde pública na região. A falta de profissionais de saúde era outro grande problema. “Para se ter uma idéia não existia enfermeiros, os médicos que chegaram aqui naquela época precisavam ensinar na prática aquelas pessoas, em geral mulheres, a fazer os serviços de auxiliar de enfermagem. Para realizar uma cirurgia de emergência o sufoco era ainda maior, onde o cirurgião tinha que fazer a anestesia e procedimento cirúrgico, com o auxílio de quem ele ensinava.
Mesmo distante dos grandes centros de estudos da medicina, Dr Arhur sempre investiu em atualização profissional e na busca de novas técnicas área. Hoje, duas décadas e meia depois novamente ele sai na frente realizando no Hospital São Paulo um procedimento ultramoderno, o exame por cápsula endoscópica.
Quase completando um ano na cidade de Cacoal, a oftalmologista Drª. Adriana Vieira Almeida já tem muito a comemorar. Ela revela que o que mais a atraiu foi a consolidação do setor de saúde na cidade, aliado ao desenvolvimento sócio-econômico e a demanda pela sua especialidade, a oftalmologia. Era a perspectiva de um retorno e reconhecimento profissional bem mais rápido, em relação a outras cidades onde a oferta destes especialistas é bem maior. Mas ela ainda tinha um grande desafio pela frente. Os hospitais locais não dispunham de equipamentos para o procedimento cirúrgico da catarata, método mais avançado existente na medicina, a facoemulsificação - uma técnica cirúrgica que consiste na retirada do cristalino e colocação de outro artificial para devolver a visão ao paciente.Todos estes fatores positivos deram a ela segurança para pleitear junto ao BASA (Banco da Amazônia) os recursos necessários para investir em tecnologia altamente sofisticada e de altíssimo custo para atender a demanda por estas cirurgias na região. Na sua Clínica (A Vitaclin), onde o seu esposo atende também, o cirurgião dentista Dr. Henrique Dias de Almeida, ela recebe pacientes de vários municípios da região da Zona da Mata, Vale do Guaporé e de outras cidades.
Saúde e beleza caminham juntas
E em meio a tantos avanços deste setor insere-se a medicina estética, em especial as cirurgias plásticas que ganharam campo e notoriedade em várias cidades e colocam o estado ao patamar de excelência neste setor. O cirurgião plástico Marcelo Almeida faz parte desta gama de especialistas e está entre os profissionais da área que se desdobra para facilitar o atendimento aos seus pacientes. Com clínica em porto Velho, o especialista faz uma turnê todos os meses pelos municípios de Ji-Paraná, Cacoal e Pimenta Bueno e Rolim de Moura. Especializado pelo Instituto Ivo Pitangy, Marcelo Almeida usa o que há de mais inovador e das mais avançadas e eficazes técnicas da cirurgia plástica. “Hoje Rondônia pode dizer que tem alto padrão de excelência, não apenas na minha área, como também em diversas especialidades médicas”, salienta. Ele acrescenta ainda haver uma necessidade crescente de investimento nas estruturas hospitalares para o atendimento de excelência a esta demanda cada vez maior no estado. “É a relação entre o setor ganha força e credibilidade com a demanda de uma sociedade que acompanha em tempo real os avanços e passa a exigir toda a segurança dos grandes centros. Por isso devemos estar atentos, para disponibilizar toda esta segurança e tecnologia de ponta àqueles que moram aqui e para os que vêm de outros estados também, em virtude desta confiabilidade que a medicina privada, em especial a estética, vem conquistando”, arremata Marcelo Almeida.
A fonoaudiologia no desenvolvimento da comunicação humana
A Fonoaudiologia é uma ciência que estuda os distúrbios da comunicação humana, ou seja, as alterações de fala, linguagem, voz, audição, órgãos fonoarticulatórios (lábios, língua e bochechas) e funções neurovegetativas (mastigação, sucção, deglutição e respiração), e a atuação do profissional, se dá em escolas, hospitais, clínicas particulares, indústrias, instituições, teatro, televisão, empresas de aparelhos auditivos, entre outras. A fonoaudiologia, busca prevenir estas alterações, diagnosticando e tratando os indivíduos portadores, minimizando as seqüelas, promovendo a integração da forma mais eficiente possível à sociedade.
A capacidade de adquirir linguagem é específica do ser humano, o desenvolvimento da linguagem e da fala, apesar de intimamente ligados cami-nham de certa forma separados. A linguagem é o aspecto mais amplo, ou seja, a capacidade de se comunicar, de compreender e ser compreendido; já a fala é a expressão, isto é a forma como transmitimos as nossas idéias.
A Audição é um sentido muito importante, pois por meio dela somos capazes de nos situarmos no mundo, é o principal meio pelo qual a linguagem é adquirida. Uma avaliação audiológica pode ser constituída por vários exames, sendo a audiometria o principal deles, consiste em um exame subjetivo, que depende da colaboração do indivíduo, observamos assim, qual o tipo de perda e qual o nível mínimo de intensidade para que um som seja detectado.
O desenvolvimento da linguagem da criança surda é influenciado por vários fatores, como época do diagnóstico, a aquisição de próteses auditivas, idade em que se inicia a terapia fonoaudiológica e a sua duração, aspectos intelectuais, emocionais e atitude familiar, sendo que a família é o grande aliado a terapia fonoaudiológica.
Uma das atuações fonoaudiológicas mais promissoras, porém pouco conhecida, é a fonoaudiologia empresarial, que tem por objetivo, analisar o processo industrial e condições de trabalho, seguindo com o estabelecimento dos diagnósticos, análise e desenvolvimento do panorama epidemiológico, através de medidas de controle ambiental, administrativa, indicação de EPA’s e treinamento para a conservação auditiva. A atuação fonoaudiológica está cada vez mais ampla e divulgada, visto que vivemos um momento em que o mercado exige cada vez mais o profissionalismo e a integração para a qualidade.
Avanços da medicina privada
Exame oferece eficácia e conforto no diagnóstico de doenças do intestino delgado
Ampliando a extensa lista de procedimentos de ponta oferecidos pela rede privada de saúde em Cacoal, soma se o exame por cápsula endoscópica, o mais avançado método da medicina que agrega ciência e tecnologia para o diagnóstico de doenças do aparelho digestivo. O procedimento é feito sob pelo médico gastroenterologista, Dr. Arthur Freire de Barros, no Hospital São Paulo.
O médico explica tratar-se de um exame não invasivo, ou seja, que não requer sedação nem internação e praticamente não oferece riscos. O procedimento é simples e indolor: o paciente engole naturalmente uma cápsula com cerca de 2,5 cm, dotada de uma potente micro câmera de vídeo que obtém cerca de quatro imagens por segundo, graças a um sistema de iluminação integrado. Todas as imagens obtidas e transmitidas para um aparelho preso a cintura do paciente.
O exame tem duração de aproximada de 12 horas, possibilitando o registro de cerca de 150 mil fotos. Durante esse tempo, o paciente é liberado do hospital e pode realizar naturalmente suas atividades diárias, enquanto a cápsula percorre todo o intestino delgado, fazendo o mesmo trajeto que segue a comida.
Após o período preconizado, o paciente retorna ao hospital para a retirada do aparelho onde ficaram armazenadas as fotos. Por meio de um software específico as informações armazenadas são avaliadas e a partir delas o médico pode avaliar qualquer lesão do intestino delgado, possibilitando um diagnóstico mais preciso.
Entre as vantagens oferecidas, segundo Arthur Freire é que o exame por cápsula endoscópica proporciona conforto e, fundamentalmente, a conclusão de um diagnóstico seguro ao percorrer áreas do aparelho digestivo de difícil acesso, associado à obtenção da localização exata das principais imagens.
O procedimento é indicado em casos de sangramento intestinal cujas causas não foram diagnosticadas por endoscopia e colonoscopia; para investigação da doença de Crohn (inflamação do intestino delgado); doença celíaca (alergia ao glúten) e nos casos de suspeita de tumores. Outro detalhe importante é que a cápsula é eliminada naturalmente pelo organismo.
Até quando vamos conviver com este descaso?
Calamidade Pública. Assim decretou o governador de Rondônia, Confúcio Moura, ao sistema de saúde pública do estado. A grande mídia que parecia adormecida resolveu reagir, e divulgou para o Brasil e o mundo a precariedade dos hospitais públicos em Porto Velho. Uma realidade dura que coloca a população que depende do atendimento em situação de penúria e humilhação.
A situação respaldou discursos calorosos nas tribunas dos poderes legislativos das três esferas e notas falaciosas de políticos que já detinham poder, mas não abriam o bico até então, atribuindo a culpa exclusivamente ao governo anterior.
Por vários longos anos a fio, o monstro chamado CPMF logrou o brasileiro. No propósito, o dinheiro arrecadado deveria ser aplicado na saúde pública, mas na prática isto não funcionou. Embora o governo federal diz ter feito os investimentos, na prática os bilhõezinhos não refletiram no atendimento à população, muito menos aliviou naquele período os municípios, principais prejudicados.
O problema não é somente caótico, mas complexo e delicado. Poucos se dispõem a falar abertamente sobre a questão. O silêncio e o “off” da maioria dos procurados para entrevista nos dá uma idéia do campo minado em que pisamos ao realizarmos a reportagem. Mas inserirmos a opinião de alguns agentes do setor para que o nosso leitor possa ter uma visão mais ampla da questão.
Para profissionais do setor de saúde público e privado, o momento cria precedentes para uma discussão mais ampla sobre como melhorar o sistema de saúde pública no estado, e porque não em outras regiões do país, onde a realidade não é diferente. Colocar em vigor a Emenda 29 é tida como a solução para a maioria.
“Muito dinheiro sai pelo ralo!”.
A afirmação é de quem conhece bem este setor. Funcionário público há 20 anos, o médico Arthur Freire de Barros, atribui o caos da saúde pública ao mau gerenciamento dos recursos. Ele relata casos simples do cotidiano da rede pública onde o dinheiro sai, digamos assim, “pelo ladrão”. Em sua opinião, muitos procedimentos que poderiam ser simplificados, são dificultados pelo excesso de burocracia. “Exemplifiquemos um caso recente, onde uma criança com fratura no braço foi recebida por encaminhamento de Espigão D’Oeste. Como o aparelho de raio-X de Cacoal estava quebrado, esta criança teve que ser encaminhada para Rolim de Moura de ambulância. Se você contabilizar esse custo, sairia muito mais barato se este exame fosse realizado na rede particular, pago pelo estado?”
Freire relata ainda que a outra forma quase imperceptível da evacuação do dinheiro que vem para a saúde. Segundo ele, as autoridades do setor e nem os usuários costumam analisar, mas os fatos das pressões psicológicas impostas aos médicos por familiares e imprensa resultam em um grande gasto desnecessário com pedidos de exames caríssimos, como é o caso de tomografias computadorizadas, solicitadas em virtudes desta pressão externa e ingerência política.
Sem estrutura e baixos salários-
Falta de medicamentos básicos nos hospitais, equipamentos cirúrgicos e baixos salários estão às principais deficiências que desestimulam os médicos e os leva a não prestarem serviços à rede de saúde pública. Isso acaba gerando falta de algumas especialidades na rede pública, como pediatras, otorrinolaringologistas, entre outras. Atendendo somente na rede particular, o médico Edmo Lopes, está entre aqueles que não admitem a situação que os médicos e residentes da rede pública são submetidos Em sua opinião é inconcebível na qualidade um médico prestar atendimento de saúde em situações onde ele possui os recursos humanos para atender e o estado não dispõe de estrutura a este atendimento a pessoas que estão ali ansiosas por um tratamento. Porém, o médico fica de pés e mãos atadas.
Má distribuição de recursos e os Municípios são penalizados
A má distribuição dos recursos para investimentos no setor público de saúde entre as três esferas, municipal, estadual e federal, gera problemas para os municípios, principalmente os que são considerados cidades pólos, que acabam atraindo usuários das cidades vizinhas. É o caso de Rolim de Moura, que segundo o secretário municipal de saúde, Roberto Diniz, está sofrendo com essa realidade.
Com um orçamento de R$ 22 milhões, apenas R$ 8 milhões, vem do governo federal, cerca de R$ 1 milhão vem de repasse do estado, um pacto de ajuda ao município para o custeio para atenção básica à saúde. O restante vem do tesouro municipal. De acordo com o secretário, este repasse de pactuação do estado é insignificante diante da necessidade da prestação destes serviços à população.
Essa disparidade dos investimentos de Rolim de Moura com o que recebe do governo estadual e federal pode ser detectado pelo Programa Saúde da Família, dirigido a atenção básica e prevenção. Diniz revela que o repasse do governo federal para cada equipe é de R$ 9.600,00, mas o custo de cada unidade fica em média R$ 23.500 mil reais.
“O fato arrocha o orçamento do município. Para se ter uma idéia a lei prevê aos municípios aplicarem 15% das nossas despesas, mas já chegamos a investir 31%, deixando outras áreas, conseqüentemente, descobertas”, acrescentou.
Regulamentação da Emenda 29 seria a solução
Já com mais de dez anos de sua criação a Emenda Constitucional 29, engavetada há cinco no Congresso Nacional, sua regulamentação é o caminho apontado por especialistas do setor e gestores municipais de saúde pública. Em detrimento disto, os poderes legislativo e executivo tanto na esfera estadual quanto federal - discutem muito mais a criação de um novo imposto para compensar a queda da CPMF do que a referida regulamentação que poderia assegurar uma sustentabilidade maior do sistema.
Para o Roberto Diniz, a medida garante uma melhor distribuição dos recursos e atribui obrigações legais a todas as esferas dos podres executivos públicos, ao mesmo tempo estabelece limites mínimos para a aplicação destes recursos na melhoria das estruturas e assistência a saúde pública.
Para ele não adianta criar um novo imposto para a saúde como uma nova fonte de arrecadação. “O que precisa é estabelecer parâmetros que garantam aplicação os recursos estritamente na área da saúde pública e se evite o sub custeio de procedimentos pelo SUS em relação aos gastos reais pelos municípios com o custeio da saúde.
Um exemplo clássico desta situação, de acordo com o secretário Roberto Diniz, é quanto aos repasses insignificantes para o custo de procedimentos hospitalares. “O hospital municipal de Rolim de Moura dispõe 100 leitos para internação dos quais a gente recebe de repasse o valor de R$ 475,00 para o respectivo custeio, independentemente de quantas internações foram feitas no período de um mês. Esta é apenas uma das situações de custos hospitalares onde o Financiamento do SUS repassa um valor irrisório ao custo destes procedimentos.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Trabalhos para o fechamento da 1ª edição da revista Rondosáude estão acelerados
A revista Rondosaúde trará em sua primeira edição artigos de renomados médicos de Rondônia em diversas especialidades. E os trabalhos para o fechamento da edição estão em ritmo acelerado.
Além de um artigo do ortopedista Syd Estrada, teremos a participação do neurologista José Rosa, e reportagens sobre as mais avançadas técnicas utilizadas na medicina, é o caso do implante do balão intragástrico, técnica utilizada para o emagrecimento, e já utilizada em Rondônia pelo médico Volmir Rodegheri de Rolim de Moura.
Outra tecnologia ultramoderna é o exame do aparelho digestivo através de uma cápsula com uma micro câmara acoplada, o paciente ingere a cápsula, que durante o período que percorre o intestino vai fazendo imagens precisas, para que o médico possa avaliar se há ou não alguma doença. O procedimento é realizado pelo Dr. Arthur na cidade de Cacoal.
Na oftalmologia, a cidade de Cacoal também se destaca, por suas técnicas avançadas, é o caso da cirurgia da catarata realizada com a ajuda de equipamentos de última geração. Enfim a equipe da Rondosaúde esta se empenhando para produzir uma revista com um alto conteúdo informativo.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Lançamento da Revista Rondosaúde será no Cacoal Selva Park Hotel
O lançamento oficial da Revista Rondosaúde está previsto para ser realizado no Cacoal Selva Park Hotel, num evento de grande estilo. A equipe da Revista trabalha a todo vapor para que os prazos sejam cumpridos e a data 25/02/2011 seja a oficial para o lançamento.
Inovando, no segmento de saúde, a empresa Cunha Comunicações Integradas, elaborou e esta em fase final da implantação da Revista Rondosaúde. Um novo veículo de comunicação, que pretende levar aos seus leitores artigos esclarecedores nas mais diversas áreas da saúde e suas especialidades médicas.
Inicialmente, com uma tiragem de 2.000 mil exemplares, a revista irá circular nos municípios de Nova Brasilândia, Alta Floresta, Cacoal, Pimenta Bueno, Jí-Paraná e no município sede Rolim de Moura.
domingo, 9 de janeiro de 2011
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